Neste Guia do Curioso você verá alguns experimentos horríveis em que animais foram usados como cobaias. Talvez alguns dos cientistas que fizeram isso não tivessem má índole, mas os métodos que usaram para provar suas teorias e realizar suas conquistas parecem ter saído de um filme de ficção. Então confira!

Aranhas dependentes químicas

Esse experimento foi realizado em 1955 por cientistas das NASA e, seu objetivo era testar como esses aracnídeos reagiriam a substâncias químicas alucinógenas. Os pesquisadores queriam perceber como as influenciariam na produção de teia desses animais. Ao dopar as aranhas, eles notaram que, por incrível que pareça, a cafeína foi a que mais mudou as ações desses bichos, resultando em uma teia disforme e desorganizada.

O cachorro sem corpo

O médico soviético Sergei Brukhonenko, criou uma máquina primitiva que exercia as funções do coração e do pulmão.  E com o auxílio desse aparelho, ele fez experiências para manter viva a cabeça de um cachorro que não possuía o resto de seu corpo. O cão respondeu a estímulos e se moveu um pouco, pois seu sangue era drenado e reiniciado por uma máquina que o devolvia novamente.

O terrível cão de duas cabeças

Por mais grotesco e surreal que pareça, a verdade é que esse experimento científico aconteceu mesmo, isso nos anos 50. O cientista Russo Vladimir  Demikhov não implantou apenas a cabeça, mas toda parte dianteira de um filhote, no pescoço de um pastor alemão. Esse pesquisador criou depois mais 20 cães de duas cabeças. E o pior de tudo é que esses animais não conseguiam viver mais que um mês.

Transplante de cabeça de macaco

O mundo estava passando pelo período da Guerra Fria, e com o feito do Russo Vladimir Demikhov, os Estados Unidos ficou um pouco irritado. Com isso, na tentativa de mostrar que seus cirurgiões eram melhores, o governo americano financiou Robert White em uma série de experimentos que resultaram no primeiro transplante de cabeça de macaco do mundo, isso ocorreu no ano de 1970. Quando acordou, o macaco esboçou reações de raiva e insatisfação. Infelizmente a cobaia sobreviveu por apenas um dia e meio.

O rato-orelha

Esse experimento foi muito polêmico, porque os cientistas construíram uma orelha a partir de células de cartilagem de humanos nas costas de um ratinho. O bicho ficou conhecido com rato-orelha por isso. A intenção do médico Vacanti ao fazer isso, era de mostrar que uma orelha, ou outros órgãos, podem ser criados em laboratório para depois serem usados em implantes.

As mães macacas artificias

A experiência foi feita pelo psicólogo Harry Harlow e consistia em colocar os filhotinhos de macaco, durante um ano, em ambientes fechados em laboratório, para que eles ficassem completamente isolados. Eles conviviam apenas com duas criaturas artificiais, que simulavam mães macacas. Foi observado que apesar da primeira mãe ser responsável pela amamentação dos filhotes, eles preferiam o modelo que lhes ofereciam, de certa forma, conforto e proteção. Os macaquinhos eram submetidos a experiências assustadoras e hostis, o que os deixavam com problemas psicológicos horríveis.

A cadela astronauta

Talvez você até já conheça a história da cachorrinha Laika. Ela se tronou o primeiro ser vivo a ir ao espaço, ao fazer isso, eles estavam testando a segurança das viagens espaciais para seres humanos. Mas porque isso foi tão cruel? Infelizmente, uma semana depois da decolagem, a cadelinha morreu devido à alta temperatura da nave, causada por uma falha nos sistemas térmicos do veículo.